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domingo, 31 de maio de 2009

Bem Adolescente

Quando passa você
ultrapassa a barreira do som
a linha do tempo
pois volto a ser aquele adolescente
e ouvir aquelas musicas apaixonadas
quando você volta
volto a aquele frio na barriga
aquela coisa bem adolescente. Daniel

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A vida do outro é sempre melhor!

As pessoas têm uma dificuldade imensa em falar de si próprias e isso é normal, do ponto de vista que muitas ainda não se conhecem, ou pelo menos tentam esconder aquilo que está lá no íntimo de cada um. Acaba sendo mais fácil analisar os outros.Analisar a vida alheia é sempre mais interessante. A vida que o outro vive, as coisas (materiais) que os outros têm atrai a atenção de várias pessoas apegadas. Porém viver em sociedade é isso mesmo, é conviver com muitos outros seres humanos, que tomamos como modelos e vamos tentando adequar a vida que vivemos, para a vida que os outros esperam que tenhamos.
Talvez isso seja um costume ainda maior dos brasileiros, talvez isso explica porque assistimos tanta novela, reality shows, lemos tablóides de famosos, temos Orkut, e toda essa besteirada que está na televisão e na impressa de futilidades. Acabamos achando tudo isso normal, e não pensamos o quanto isso influencia e muda os nossos costumes. Acabamos esquecendo da nossa própria cultura, das coisas que estão na nossa vida cotidianamente para, viver uma realidade paralela e sermos teleguiados. Somos incapazes de ler ou escrever alguma coisa, fazer algo produtivo, trabalhar, ajudar alguém, porque estamos muito ocupados com a vida alheia. E nem adianta dizer: “Eu estou livre desse mal”. Cedo ou tarde percebemos que estamos intrinsecamente ligados a essas doses de inutilidades diárias.
Realmente, pensar cansa! Produzir algo de importante ou algo que nos deixe ocupados com a nossa própria vida é muito difícil e ser feliz vivendo assim, é quase impossível. Tentemos nos ocupar de nós mesmos, para assim sermos melhores com os outros. A vida do outro nem sempre é aquilo que pensamos ser, talvez a minha ou a sua é muito mais interessante.
Gleiciane Marques de Farias (Professora)

terça-feira, 5 de maio de 2009

Rezadeiras: da medicina oficial a cura pela fé

Diante do acesso aos conhecimentos científicos  através dos meios de comunicação no campo da medicina e da presença (mesmo que precária) da medicina oficial nas comunidades tradicionais esta não deixa de lado suas tradições e costumes historicamente construídos como no caso das rezadeiras em Tianguá-Ce em que a cidade ao longo das ultimas décadas vem crescendo suas possibilidades de atendimento público e particular no campo da medicina oficial que segundo as rezadeiras não afetou a procura pelos seus conhecimentos, e temos o “uso” das rezadeiras como estratégia  dos representantes da medicina oficial para se aproximar da comunidade, tendo em vista que a formação das rezadeiras se fazem no cotidiano comunitário e nas relações de confraternização, carência e imaginário popular em torno da cura.